Algarve recebeu quase meio milhão de turistas estrangeiros em setembro

A hotelaria algarvia registou 445 mil hóspedes e 1,9 milhões de dormidas do estrangeiro em setembro de 2019, valores que correspondem a variações homólogas positivas de 3,9% e de 1,3%, respetivamente. Também os proveitos (+7,2%) e as dormidas de residentes (+7%) voltaram a crescer naquele mês, ajudando a consolidar a posição do Algarve como principal destino de férias do país, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).  

Em setembro, o setor do alojamento turístico algarvio registou 624,2 mil hóspedes e 2,56 milhões de dormidas, resultados para os quais muito contribuíram as performances do Reino Unido (+3,1% dormidas), de Portugal (+7%), da Irlanda (+7,7%), da Espanha (+4,8%) e da França (+1,1%). Ainda que o mercado alemão tenha dado alguns sinais de desaceleração no Algarve (-12,2% dormidas), seguindo a tendência verificada também no território nacional, ele mantém-se como o segundo maior emissor de turistas estrangeiros para o destino.

A estada média nos hotéis da região atingiu 4,11 noites e os proveitos dispararam, tendo no total apresentado um crescimento de 7,2%, atingindo 164,2 milhões de euros em setembro, ainda segundo o INE.

«O Algarve concentrou 33,8% das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros portugueses, cresceu em valor, movimentou 1,1 milhões de passageiros no aeroporto de Faro e assegurou a procura do mercado britânico, que subiu 7,6% em hóspedes, 3,1% em dormidas e 3,8% em passageiros. Setembro é, cada vez mais, um mês de época alta na região», afirma o presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), João Fernandes.

Setembro, um dos meses que costuma registar um pico de procura na prática de golfe, fica ainda marcado pelas 135 277 voltas nos campos do Algarve, mais 2351 voltas (+1,8%) do que em igual período do ano passado. 

Nos nove primeiros meses de 2019 o Algarve acumula 4,2 milhões hóspedes (+8%) na hotelaria classificada, 17,6 milhões de dormidas (+2,5%) e 1,07 milhões de euros de proveitos globais (+7,5%), revela o INE.

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